Mudanças entre as edições de "Libertação de Sotóvia"
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Edição das 17h18min de 15 de março de 2021
| Libertação de Sotóvia | |
|---|---|
| Conflito: Libertação de Sotóvia | |
| Data: 02 de julho de 2019 | |
| Local: Principado de Sotóvia | |
| Fim: Libertação dos cidadãos sotovianos. | |
| Micronações | |
Principado de Sotóvia |
Reino do Manso |
| Lideranças | |
| * |
* |
O Principado de Sotóvia foi acusado de manter um regime autoritário, cujas ações alienavam seus habitantes da existência de outras micronações e mesmo de comunidades praticantes do hobby, visando manter o controle e evitar a emigração. Além disso, foi descoberta uma campanha difamatória direcionada ao Reino do Manso e à pessoa da rainha. Em uma rápida ação que ficou conhecida por Libertação de Sotóvia, no dia 2 de julho de 2019, e organizada pela rainha Marina I e pelo agente especial Igor de Oliveira, um contingente adentrou os meios de comunicação de Sotóvia, e direcionaram seus cidadãos para um canal onde recebiam informações quanto a verdadeira situação do micromundo.
O príncipe Soto realizou uma visita ao Manso, em 27 de novembro de 2018, quando demonstrou belicosidade ao ameaçar de invasão os canais do reino e bravando que ali se praticava um "micronacionalismo arcaico". Em resposta, foi organizada a Campanha Militar em Sotóvia, e tendas foram erguidas pelo Ministério de Estado da Defesa recolhendo "chinelos, sapatos, botas e coturnos - de todos os tamanhos - para serem usados como munição", ironizando a reinvidicação dos sapatos do estadista por território.
O conflito findou com um acordo entre os governantes e resultou numa migração considerável para o Manso, que ofereceu cidadania a todos os imigrantes, embora muitos não tenham permanecido no reino, seguindo outros caminhos dentro do micromundo. Em parabenização, Marina foi criada Duquesa de Brenta em Karnia-Ruthenia, título posteriormente devoluto.