Mudanças entre as edições de "Libertação de Sotóvia"

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O [[Principado de Sotóvia|Principado]] foi acusado de manter um sistema de governo ditatorial, onde cerceava seus habitantes de conhecerem as demais micronações, visando manter o controle e evitar emigração. Liderado pela Monarca do [[Reino do Manso]] um contingente adentrou os meios de comunicação de Sotóvia, onde levou informações para seus cidadãos sobre a real situação do micromundo.
 
  
O conflito findou com um acordo entre os governantes e resultou numa migração considerável para o Reino do Manso, que ofereceu cidadania a todos os imigrantes, muitos não permaneceram no Manso e seguiram outros caminhos dentro do micromundo.
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O [[Principado de Sotóvia]] foi acusado de manter um regime autoritário, cujas ações alienavam seus habitantes da existência de outras micronações e mesmo de comunidades praticantes do hobby, visando manter o controle e evitar a emigração. Além disso, foi descoberta uma campanha difamatória direcionada ao Reino do Manso e à pessoa da rainha. Em uma rápida ação que ficou conhecida por '''Libertação de Sotóvia''', no dia 2 de julho de 2019, e organizada pela rainha [[Marina I do Manso | Marina I]] e pelo agente especial [[Igor de Oliveira]], um contingente adentrou os meios de comunicação de Sotóvia, e direcionaram seus cidadãos para um canal onde recebiam informações quanto a verdadeira situação do micromundo.
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O príncipe Soto realizou uma visita ao Manso, em 27 de novembro de 2018, quando demonstrou belicosidade ao ameaçar de invasão os canais do reino e bravando que ali se praticava um "micronacionalismo arcaico". Em resposta, foi organizada a Campanha Militar em Sotóvia, e tendas foram erguidas pelo Ministério de Estado da Defesa recolhendo "chinelos, sapatos, botas e coturnos - de todos os tamanhos - para serem usados como munição", ironizando a reinvidicação
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O conflito findou com um acordo entre os governantes e resultou numa migração considerável para o Manso, que ofereceu cidadania a todos os imigrantes, embora muitos não tenham permanecido no reino, seguindo outros caminhos dentro do micromundo.
  
  

Edição das 17h14min de 15 de março de 2021

Libertação de Sotóvia
Conflito: Libertação de Sotóvia
Data: 02 de julho de 2019
Local: Principado de Sotóvia
Fim: Libertação dos cidadãos sotovianos.
Micronações
New Sotovia's flag.jpg
Principado de Sotóvia
Bandeira do Manso.png
Reino do Manso
Lideranças
* New Sotovia's flag.jpg M. Soto * Bandeira do Manso.png Marina I


O Principado de Sotóvia foi acusado de manter um regime autoritário, cujas ações alienavam seus habitantes da existência de outras micronações e mesmo de comunidades praticantes do hobby, visando manter o controle e evitar a emigração. Além disso, foi descoberta uma campanha difamatória direcionada ao Reino do Manso e à pessoa da rainha. Em uma rápida ação que ficou conhecida por Libertação de Sotóvia, no dia 2 de julho de 2019, e organizada pela rainha Marina I e pelo agente especial Igor de Oliveira, um contingente adentrou os meios de comunicação de Sotóvia, e direcionaram seus cidadãos para um canal onde recebiam informações quanto a verdadeira situação do micromundo.

O príncipe Soto realizou uma visita ao Manso, em 27 de novembro de 2018, quando demonstrou belicosidade ao ameaçar de invasão os canais do reino e bravando que ali se praticava um "micronacionalismo arcaico". Em resposta, foi organizada a Campanha Militar em Sotóvia, e tendas foram erguidas pelo Ministério de Estado da Defesa recolhendo "chinelos, sapatos, botas e coturnos - de todos os tamanhos - para serem usados como munição", ironizando a reinvidicação

O conflito findou com um acordo entre os governantes e resultou numa migração considerável para o Manso, que ofereceu cidadania a todos os imigrantes, embora muitos não tenham permanecido no reino, seguindo outros caminhos dentro do micromundo.