Provincías
| Nome |
Localização |
Geografia |
Bandeira
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| Porta |
Entrada do reino, ao lado do exclave |
Primeira província do reino, apresenta clima mais frio com constantes rajadas de vento, terreno árido possuindo apenas o platô das obras concluídas |
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| Armários |
Localizado ao sudoeste de Porta |
Segunda província onde fica localizado o centro de logística e armazenamento |
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| Lumério |
Localizado a noroeste de Armários |
Apresenta um clima mais tropical, onde se encontra o pináculo artístico se localiza na parte nordeste de Lumério |
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| Computer |
Localizado a sudoeste de armários |
Por conta da barreira natural de armários seu clima é tropical,, onde se encontra o computador quântico e a capital Mesal |
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| Borsas |
Localizado a sudoeste de Lumério |
É famosa pelo seu grande depósito de bolsas e mochilas escolares, recebendo os ventos oriundos da província de Janélia apresenta um clima mais ameno |
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| Televi |
Localizado no extremo nordeste |
Planalto pequeno onde se encontra o Educatron e o centro audiovisual de Luméria |
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| Messas |
Região central de Luméria |
Província onde se concentra a maior parte da população e onde ocorrem a maior parte das atividades |
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| Janélia |
Localizada no extremo noroeste |
Faz divisa com a planície de Stoyanka, fronteira final de Luméria, apresenta clima variado devido a sua posição regulando com mais precisão o clima de Luméria |
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Exclaves
| Nome |
Localização |
geografia |
Bandeira
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| Protetorado de Arkan |
Localizado a nordeste do reino de Raquídia e a oeste de Portas |
Esse exclave é um território rico em recursos hidrícos, sua população é majoritamente composta por homens. Esse exclave fica além do Corredor da Coroa, faz fronteira com a entrada da planície de Stoyanka |
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| Protetorado de Lysmeria |
Localizado a nordeste de portas |
Esse protetorado fechado é encerrado pela montanha da imaginação, rico em recursos hídricos, sua população é majoritariamente feminina. Apresenta um clima ameno, faz fronteira com a entrada da planície de Stoyanka |
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Arquivo geográfico
vista da província de Porta.
No extremo norte de Luméria encontra-se Porta, uma das regiões mais desafiadoras e impressionantes do reino. Dominada pelo imponente Platô das Obras Concluídas, a paisagem se estende como uma vastidão rochosa elevada, cercada por montanhas frias e vales profundos. Sua altitude média atinge cerca de 3.800 metros, conferindo-lhe um clima rigoroso: frio e seco, com rajadas constantes de vento que percorrem todo o platô. As temperaturas variam drasticamente entre o dia e a noite, chegando a oscilar até 25 °C. Durante o inverno, o frio torna-se severo, com neve ocasional cobrindo encostas e terraços; no curto verão, a máxima raramente ultrapassa 12 °C, e as noites continuam geladas.
O solo é pedregoso, pouco fértil e rico em minerais como quartzito e arenito, marcando a longa história geológica da região. Em alguns vales surgem áreas salinas, vestígios da ação erosiva ao longo de milênios. O relevo é dramático: encostas abruptas formam cânions profundos, enquanto terraços erosivos esculpem o platô. Aqui e ali, vales glaciais recolhem pequenas poças e córregos formados pelo degelo, criando um raro contraste de água em meio ao ambiente seco. Um lago raso e temporário ocupa um vale protegido, surgindo apenas nas épocas de maior degelo e chuvas esparsas.
A vegetação é esparsa e resistente. Gramíneas alpinas ondulam com o vento, arbustos baixos e musgos cobrem as pedras, enquanto líquenes se espalham pelas superfícies mais expostas. Esses organismos são testemunhos da adaptação necessária para sobreviver neste clima severo.
A fauna é igualmente adaptada. Pequenos roedores e lebres alpinas habitam os vales, raposas de pelo espesso caçam sob condições rigorosas, e aves alpinas migratórias cruzam os céus. Nos raros córregos e no lago sazonal vivem trutas alpinas e pequenos crustáceos, além de anfíbios resistentes às baixas temperaturas.
Porta não é apenas uma região geográfica: é uma experiência viva da resistência da natureza. Seus ventos frios carregam histórias ancestrais gravadas nas pedras do platô, e sua rede de pequenos córregos e lagos sazonais lembra que mesmo nos ambientes mais extremos, a água — e a vida — sempre encontram um caminho.